O Anjo Daniel

Sergio Apollinário, professor-Rio/RJ, espiritualista, pintor. Nick: Daniel, anjo do dia que nasci, 08 de maio.Direitos Autorais protegidos pela LEI 9610/98.Repasse com a autoria e a origem.Obrigado pela sua visita.

21/6/09

Comentário

Envie um comentário para mim:
sergio.apollinario@terra.com.br

A página em que você está apresenta 20 textos.
Veja outros clicando no final em "mais antigos".

Obrigado pela visita

criado por mim    04:32:49 — Arquivado em: Evolução

O AIATOLÁ LULA DA SILVA

 Irã: protesto contra a fraude nas eleições.

O AIATOLÁ LULA DA SILVA
Maria Lucia Victor Barbosa
20/06/2009

O presidente Lula da Silva para uso interno, ou seja, no Brasil, é visto por companheiros e admiradores como uma espécie de aiatolá, uma criatura dotada de poderes supremos. Ele paira acima de qualquer suspeita, de qualquer lei, faça o que fizer, diga o que lhe passar pelo bestunto. Frei Betto chamou Lula da Silva de ‘luz do mundo”. A propaganda tratou de divinizar o “pobre operário” no altar da pátria como um redentor capaz de redimir pobres e oprimidos. Funcionou bem a religião de Estado.

Em tempos idos o PT foi uma espécie de seita religiosa com dogmas, credos e auréola. Seus adeptos diziam orgulhosamente pertencer ao único partido ético do Brasil e o fanatismo dos militantes era tal que granjeou ao PT a alcunha de Partido do Taleban, zombaria que os seguidores de Lula-lá reagiam com ira revolucionária.

Da época da “santidade” petista nada restou, pois a chegada ao poder sempre transforma revolucionários naquilo que sempre foram contra. E eles costumam serem mais corruptos, mais aproveitadores, mais gananciosos, mais apegados aos privilégios do que seus antecessores, pouco se lixando para os que outrora disseram defender. Ex-revolucionários costumam ir à forra sublimando seus recalques, vingando-se da vida anterior medíocre, sem brilho, sem a fascinante grandeza que os cobiçados cargos conferem.

O PT foi à forra quando na quarta tentativa emplacou o ex-sindicalista. O grande sacerdote José Dirceu tornou o Estado território sagrado dos companheiros. E do cargo mais alto da República Sindicalista, com o aiatolá Lula, a sacerdotisa Dilma, ou quem for eles não saem mais. Para manter a permanência, contudo, é necessário que Lula garanta e proteja sua “guarda” nada revolucionária que incorpora não só a elite dos companheiros, como os “basij”, “reservistas” constituídos pelos adeptos de outros partidos, de banqueiros, de grandes empreiteiros, de grandes empresários, enfim, o eleitorado pouco mencionado, mas vital para que o PT permaneça por pelo menos mais vinte anos no poder, tempo sempre ventilado sutilmente.

Internamente, segundo pesquisas de opinião, o prestígio de Lula da Silva cresce não só na massa dos agraciados com as bolsas esmolas, mas também em meio à elite financeira que sustenta as custosas campanhas de Lula e dos petistas.

Externamente, contudo, o bestialógico do presidente da República, constante em suas numerosas viagens, além de incidentes diplomáticos como o havido no caso do assassino e terrorista italiano, Cesare Battisti, protegido do Ministro da Justiça, deve estar minando a imagem do próprio país no exterior.

A última conversa de botequim de Lula da Silva aconteceu na ONU, quando comentou em forma de piada futebolística sobre as eleições no Irã e os protestos de milhões de iranianos, eleitores de Mir Hossein Mousavi, que alegam ter havido fraudes no pleito que reelegeu Mahmoud Ahmadinejad.

O presidente brasileiro afirmou que as manifestações violentas nas quais pessoas morreram e outras ficaram feridas, eram apenas “coisa entre flamenguistas e vascaínos”, “choro de perdedores.” Duvidando das fraudes grosseiras cada vez mais evidentes na eleição iraniana, Lula da Silva contou que pretende fazer mais uma viagem, desta vez ao Irã, e que Ahmadinejad pode vir ao Brasil na hora que quiser.

Anteriormente Ahmadinejad, o homem que odeia os Estados Unidos, prega a destruição de Israel, nega o Holocausto cancelara sua vinda ao Brasil por conta dos protestos de judeus e de movimentos sociais. Contudo, o presidente brasileiro respalda também as detenções arbitrárias e a brutal censura que se estende no Irã aos partidários de Mousavi, inclusive, as feitas na Internet.

Digamos que para uso externo Lula da Silva não fez bonito diante das críticas dos líderes europeus às eleições iranianas, e mesmo perante a neutralidade norte-americana. Ele parecendo exultante diante da vitória do companheiro Ahmadinejad e se uniu a Hugo Chávez, a quem considera um democrata, e ao déspota da Coréia do Norte, Kim Jong-il, nos cumprimentos ao iraniano reeleito, o que evidencia a atual tendência da política externa brasileira de se agregar à escória mundial. E o gracejo, “flamenguistas e vascaínos”, traduziu mais um vexame internacional que fez corar os brasileiros que prezam a democracia, a liberdade e possuem respeito pelos direitos humanos.

Não é à-toa que ONGs internacionais deploram o papel que o Brasil vem tendo no tocante ao apoio dado a países que não respeitam os direitos humanos. Mas, para uso interno, o aiatolá Lula da Silva provoca êxtases e ainda terá reforço considerável na mídia que lhe dá azia, segundo sua afirmação. Além de não sair da TV, de deitar falação no programa semanal de rádio, Café com o Presidente, ele terá uma coluna de perguntas e respostas em jornais e um blog especial – imitação do blog do presidente Barack Obama – para comunicação mais coloquial com eleitores.

Conforme Franklin Martins, ministro da Comunicação Social: “em 2008 (as verbas de publicidade) alcançaram 5.297 órgãos de comunicação em 1.149 municípios – um aumento da ordem de 961%” (O Estado de S. Paulo, 16/06/2009). E, assim sendo, internamente, o aiatolá Lula da Silva seguirá sendo um sucesso.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
mlucia@sercomtel.com.br

 

criado por mim    04:29:11 — Arquivado em: Evolução

O Estado Mental

"Quando se identifica o estado mental como o fator primordial para alcançar a felicidade, naturalmente não se está negando que nossas necessidades físicas fundamentais de alimentação, vestuário e moradia não sejam satisfeitas. Entretanto, uma vez atendidas essas necessidades básicas, a mensagem é clara: não precisamos de mais, dinheiro, não precisamos de mais sucesso ou fama, não precisamos do corpo perfeito, nem mesmo do parceiro perfeito — agora mesmo, neste momento exato, dispomos da mente, que é todo o equipamento básico de que precisamos para alcançar a plena felicidade. O primeiro passo, portanto, na busca da felicidade é o aprendizado.
 
Antes de mais nada, temos de aprender como as emoções e comportamentos negativos nos são prejudiciais e como as emoções positivas são benéficas. É através desse processo de aprendizado, de análise de quais pensamentos e emoções são benéficos e quais são nocivos, que aos poucos desenvolvemos uma firme determinação de mudar, com a sensação de que agora o segredo da minha própria felicidade, do meu próprio futuro, está nas minhas mãos."
 
Dalai Lama
Em "A Arte da Felicidade"
 

Imagem: Daniel Art

criado por mim    04:04:36 — Arquivado em: Evolução

14/6/09

Apenas nos tornamos

Quando temos a consciência do dever cumprido,
de que não prejudicamos ninguém,
que não guardamos mágoas no coração
e tudo está perdoado, porque também erramos;
quando a incerteza do amanhã se transforma
na fé de dias que serão gratificantes e felizes,
damos graças  pelo que temos e podemos ser,
isentos da ansiedade consumista
do que imaginávamos ser indispensável;
quando podemos admirar os feitos de outrem,
sentir satisfação naquilo que podemos fazer,
amar a vida em sua totalidade, a nós mesmos,
aos que também têm que enfrentar seus problemas,
tal qual nos ocorre;
quando sentimos compaixão por aquele
que segue caminhos sombrios, disseminando
(sua) infelicidade por onde quer que passe,
descobrimo-nos afortunados por termos a mente sã;
quando temos a coragem de sermos justos, bons,
honestos e verdadeiros, mesmo que isto desagrade
aos hipócritas, que sejamos criticados ou até caluniados;
quando alcançamos este estágio nada de mais aconteceu;
não nos transformamos em ninguém especial.
Apenas nos tornamos o que devemos ser,
ou melhor, o que já somos e restava somente
o nosso reconhecimento: criaturas de Deus!


Daniel
(sergio apollinario)

Imagem: Daniel Art

criado por mim    23:14:20 — Arquivado em: Evolução

Só o amor atua como fator civilizador

 

"Nas antipatias e aversões indisfarçadas que as pessoas sentem por estranhos com quem têm de tratar, podemos identificar a expressão do amor a si mesmo, do narcisismo. Esse amor a si mesmo trabalha para a preservação do indivíduo e comporta-se como se a ocorrência de qualquer divergência das suas próprias linhas específicas de desenvolvimento envolvesse uma crítica delas e uma exigência da sua alteração.

Não sabemos por que tal sensitividade deva dirigir-se exatamente a esses pormenores de diferenciação, mas é inequívoco que, em relação a tudo isso, os homens dão provas de uma presteza a odiar, de uma agressividade cuja fonte é desconhecida, e à qual se fica tentado a atribuir um caráter elementar.
 
Mas, quando um grupo se forma, a totalidade dessa intolerância desvanece-se, temporária ou permanentemente, dentro do grupo. Enquanto uma formação de grupo persiste ou até onde ela se estende, os indivíduos do grupo comportam-se como se fossem uniformes, toleram as peculiaridades dos seus outros membros, igualam-se a eles e não sentem aversão por eles.

O amor por si mesmo só conhece uma barreira: o amor pelos outros. Levanta-se imediatamente a questão de saber se a comunidade de interesse em si própria não deve necessariamente conduzir à tolerância das outras pessoas e à consideração para com elas.

Essa objeção pode ser enfrentada pela resposta de que nenhuma limitação duradoura do narcisismo é efetuada dessa maneira, visto que essa tolerância não persiste por mais tempo do que o lucro imediato obtido pela colaboração de outras pessoas.

No desenvolvimento da humanidade como um todo, do mesmo modo que nos indivíduos, só o amor atua como fator civilizador, no sentido de ocasionar a modificação do egoísmo em altruísmo."

Sigmund Freud
Em "Psicologia das Massas e a Análise do Eu".

Imagem: Daniel Art

 

criado por mim    02:09:18 — Arquivado em: Evolução

29/5/09

A Culpa

Todos nós que já despertamos para a finalidade primordial da existência, a evolução, sabemos que é possível escolher a forma de como lidar com os nossos sentimentos. Mesmo sendo um sentimento desagradável e inevitável, podemos transformá-lo, através de uma atitude mental, em algo que contribua para o nosso crescimento interior.
O sentimento deve estar a favor da construção de uma relação mais feliz com as experiências da vida e com os outros.

Entre os mais infelizes sentimentos, sabotadores da felicidade, está a culpa. Precisamos compreender desde cedo que o sentimento de culpa está ligado a um desejo de causar sofrimento a nós mesmos, ou acoplado à prepotência de que podíamos ter evitado que aquilo ocorresse. Não podíamos.

A partir de uma melhor administração do sentimento de culpa, começa o nosso aprendizado de sermos mais felizes. Sim, conquistarmos a felicidade e diminuirmos a carga de sofrimentos desnecessários são coisas que necessitamos aprender e desenvolver. Não nascemos prontos para tal.

Daniel
(sergio apollinario)

A CULPA
(A Transformação do Sentimento)

Produtos de um mundo imperfeito, todos nós somos imperfeitos. Cada um de nós fez algo de errado. Há coisas que lamentamos — coisas que fizemos ou que deveríamos ter feito. Reconhecer nossos erros com um verdadeiro sentido de remorso pode servir para nos manter na linha na vida e pode nos estimular a corrigir nossos erros quando possível e dar os passos necessários para agir corretamente no futuro.

Se permitirmos, porém, que nosso remorso degenere, transformando-se em culpa excessiva, se nos agarrarmos à lembrança das nossas transgressões passadas com uma contínua atitude de censura e ódio a nós mesmos, isso não leva a nenhum objetivo, a não ser o de representar uma fonte implacável de autopunição e de sofrimento induzido por nós mesmos.

Dalai Lama
E Howard C. Cutler
Em “A Arte da Felicidade”

Tenho a cópia original do livro em doc.
Peso: 2.174 kb
Desejando receber, envie-me um e-mail:
sergio.apollinario@terra.com.br
 

criado por mim    21:06:39 — Arquivado em: Evolução

BANALIDADE DO MAL - Mª Lucia Victor Barbosa

BANALIDADE DO MAL

Maria Lucia Victor Barbosa

29/05/2009

Estaremos no fim de uma era? Essa pergunta não pretende uma interpretação milenarista de cunho profético ou religioso, que prevê catástrofes destruidoras da ordem vigente, a qual seria substituída por tempos de felicidade. Mesmo porque, dificilmente dá para imaginar um mundo onde o mal deixe de ser o locatário.

Seja como for, não se pode deixar de constatar que o mal tem estado bastante ativo. Pior. Está se vivendo a banalidade do mal, expressão da filósofa judia, Hannah Arendt, que tomo emprestado. 

Isto não é difícil de constatar, pois nessa época em que valores foram perdidos, os horrores da violência, da impiedade, da indiferença à vida, aumentaram substancialmente. Lideranças perniciosas manipulam a maioria incapaz de discernir sua própria ruína. Através de conceitos deturpados governos utilizam o “duplipensar”, termo criado por George Orwell em “1984”. Desse modo, despotismo passa por democracia. Populismo é visto como defesa dos interesses do povo. Arbitrariedades de toda espécie são apresentadas como exercício de soberania. Intoxicadas pela propaganda enganosa as massas louvam e cultuam personalidades equivocadas. Evolui no mundo o terrorismo que se alimenta do fanatismo religioso. Avoluma-se a corrupção nos meios governamentais e políticos estão se lixando para a opinião pública. Eles sabem que na verdade opinião pública inexiste. Mesmo porque, façam o que fizerem, são eleitos e reeleitos.

Se tudo é processo, foram gestadas nas mudanças mundiais figuras malignas, entre as quais se destacam Mahmoud Ahmadinejad, o fanático e despótico presidente do Irã, e Kim Jong-il, o tirano comunista da Coreia do Norte.

Ahmadinejad, que nega o holocausto, tem como obsessão destruir Israel. E enquanto o presidente norte-americano, Barack Hussein Obama, prefere as luvas de pelica da diplomacia, Ahmadinejad, o odiento, avança em seu programa nuclear pondo em risco não só Israel, mas todo o mundo.

Quanto ao ditador Kim Jong-il, deu demonstração de força ao realizar neste mês de maio seu segundo teste nuclear. Ele explodiu um artefato que pode ter potência comparável à bomba que os Estados Unidos lançaram em Hiroshima, em 1945. Isto além dos mísseis que vem lançando, o que põe em alerta especialmente a Coreia do Sul e o Japão. Um dos mísseis que fazem parte do arsenal da Coreia do Norte, o Taepodong, pode atingir o Alasca e o Havaí. Naturalmente tais atos desencadearam a reprovação mundial, inclusive, a do Conselho de Segurança (CS) da ONU. Até a China, que sustenta a miserável Coreia do Norte se posicionou contra as provocações do homenzinho.

O leitor pode indagar: o que o Brasil tem a ver com tais turbulências? Respondo que tem a ver com a banalização do mal. Isto porque, nossa política externa, comandada de fato por Marco Aurélio Garcia, tem demonstrado uma atração irresistível para o que não presta.

Por exemplo, Ahmadinejad foi convidado a nos visitar mesmo após seu discurso violento contra Israel, pronunciado na conferência sobre racismo promovida pela ONU. Felizmente ele cancelou a vinda e pesaram para isso os protestos de judeus e de movimentos sociais contra a presença nefanda. Ahmadinejad deixou, por assim dizer, seu anfitrião e presidente da República, Lula da Silva, esperando no aeroporto.

Kim, chamado de o “Grande Sol do século 20”, também merece a paixão de nossa diplomacia. Tanto é que pela primeira vez o Brasil poria uma embaixada na Coréia do Norte. O presidente Lula da Silva teve que recolher às pressas a tal embaixada, que ficou postergada para quando o tresloucado tirano, quem sabe, ficar mais calmo e parar de provocar o mundo do alto de seus sapatos de plataforma, tentativa de aumentar sua diminuta estatura.

Na ONU o Brasil vem consolidando a posição de poupar países acusados de violar direitos humanos, como a Coréia do Norte e o Congo. Tampouco menciona esses direitos em seus negócios com a China. E votou a favor de uma polêmica resolução na ONU que poupa críticas ao governo da Sri Lanka e evita investigação internacional sobre crimes de guerra.

Estamos à beira de perder mais um cargo internacional, entre os muitos que já perdemos, diante da escolha do Itamaraty que recai sobre um egípcio antissemita para diretor da UNESCO, em detrimento de um brasileiro.

Na América Latina existe um indisfarçável caso de amor entre Lula da Silva e seus admirados companheiros da esquerda caudilhista: Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correia, Fernando Lugo e o eterno ditador do Caribe, Fidel Castro. Na áfrica o presidente da República visita ditadores e pergunta como fazer para ficar tanto tempo no poder.

Para culminar, o terrorista e assassino italiano, Cesare Battisti, é nosso, sem possibilidade de extradição para a Itália. E, segundo Janio de Freitas, colunista da Folha de S. Paulo, em 26/05/09, “está preso no Brasil, sob sigilo rigoroso, um integrante da alta hierarquia do Al Qaeda, identificado como responsável pelo setor internacional da organização”.

Posteriormente foi dito que o homem chamado apenas de K tinha sido solto e o ministro da Justiça, Tarso Genro, defensor da permanência de Battisti no Brasil, desmentiu o relacionamento de K com a organização terrorista. Será isso mesmo?

Tudo é aceito com indiferença. Tudo está banalizado. Inclusive, o mal.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

mlucia@sercomtel.com.br

criado por mim    20:54:03 — Arquivado em: Evolução

Grupo Mahavidya

Grupo Mahavidya
Criado em 27/04/2002

É um grupo Universalista, voltado para a Evolução em todos os sentidos:
- Espiritual, existencial, científica, artística, literária, filosófica e humanista.

Somos como uma grande família unida em torno de um mesmo ideal:
- Um mundo melhor.

O grupo é moderado: inscrição e mensagens necessitam de aprovação dos moderadores.

Visite a nossa página e se você identificar com a proposta, inscreva-se.
Você é nosso(a) convidado(a).
http://br.groups.yahoo.com/group/grupomahavidya/

Você pode participar com mensagens, ficando no modo de recebimento que desejar: E-mails individuais, Resumo Diário (um só e-mail) ou Avisos Especiais (sem e-mails – avisos esporádicos).


Caso não tenha cadastro no Yahoo, poderá se inscrever
enviando um e-mail em branco (sem assunto) para:
grupomahavidya@yahoogrupos.com.br
(confirme o aviso que o Yahoo enviará)

criado por mim    20:44:23 — Arquivado em: Evolução

24/5/09

De Nós Mesmo - Delasnieve Daspet

De Nós Mesmo

Delasnieve Daspet

A solidão e o medo são faces
Da mesma moeda.
De nós mesmo.

O medo que sentimos
De nós mesmo
É a insegurança perante
Os desafios da vida.

É o receio de nos encontrarmos a sós.
De rever a caminhada.
Dos planos concluídos.
Do que falta realizar.
De se olhar de frente.

Ninguém vive só.
É importante ter alguém
Para troca de idéias.
Esclarecer dúvidas,
Desabar e encontrar apoio,
Alguém que nos diga
Que vale a pena continuar.

Precisamos de um equilíbrio,
De alguém que ampare,
Que não nos deixe cair na escuridão,
Que nos faça ver a luz no meio das trevas.

Alguém que nos mostre
As alegrias em meio as tristezas.
Que não estamos sós na multidão.
Precisamos estar juntos,
Da esperança que brota no coração.

Precisamos de nós mesmo,
Para nos mostrar na riqueza interior,
Que não estamos reféns da terrível doença
Do medo e da solidão!
________________________
Delasnieve Daspet

22-06-2002

http://www.lunaeamigos.com.br/

http://delasnievedaspet.blog.uol.com.br/

criado por mim    22:53:13 — Arquivado em: Evolução

E agora, “Zé”? Ou “Manel”?

Saiu no JORNAL DO BRASIL
Quinta-feira, 21 de Maio de 2009
Internacional

Parlamento volta a debater reforma

Com petição assinada por mais de 113 mil portugueses, Acordo Ortográfico enfrenta resistência

Apesar de o tema ter sido amaplamente discutido entre países que têm a língua portuguesa como oficial, o Acordo Ortográfico – em vigor no Brasil desde janeiro – teve novo revés. Ontem, o Parlamento português discutiu uma proposta de renegociação da reforma, mesmo tendo sida aprovada por governo e Assembleia da República. Ao final da discussão, o Partido Socialista se viu isolado a favor do novo acordo.

Segundo a BBC Brasil, na proposta, que chegou ao Parlamento graças à uma petição assinada por 113.206 portugueses (são necessárias 5 mil assinaturas), pede-se que o governo reveja os pontos da reforma ortográfica, considerados pelos organizadores do abaixo-assinado contraditórios.

– Pede-se que o governo abra negociações com o objetivo da revisão dos termos do acordo. Na nossa opinião, o acordo teria de ser revogado porque é um acúmulo de disparates – explica o deputado Vasco Graça Moura, um dos organizadores do abaixo-assinado.

De acordo com Moura, a "petição foi discutida na Comissão de Ética e Sociedade da assembléia e o relatório do deputado Barreiras Duarte, que dá razão à petição, foi aprovado por unanimidade".

Dos países lusófonos, apenas o Brasil deu início oficialmente ao período de transição da aplicação do acordo. Portugal, Brasil, São Tomé e Cabo Verde são os países de língua portuguesa que já aprovaram o acordo. A data para o início do período de transição ainda não foi determinada em Portugal. Em entrevista à Lusa, uma fonte dos peticionários disse que o debate no Parlamento poderá alterar algumas "situações caóticas" que o acordo prevê.

– Se os fundamentos científicos e linguísticos que sustentam a petição forem tidos em conta, poderá impedir-se o caos ortográfico que acontecerá, de um e outro lado do Atlântico, se o acordo for integralmente avante – observou.

Segundo o documento final, a reforma "enferma de vícios suscetíveis de gerarem a sua patente inconstitucionalidade". Para os assinantes da petição, as justificativas para acordo são falsas: discordam de que ele vai ajudar a combater o analfabetismo com a simplificação e ajudar a língua portuguesa a se impor como língua internacional. Também dizem que a justificativa para a adoção não tem base científica.

Entre as principais queixas dos críticos ao acordo está a de que a eliminação de "p" e "c" não pronunciados em palavras como "óptimo", "Egipto", "acto" ou "facção" abandona a etimologia das palavras.

_______________________________________


De novo, o acordo
Gabriel Antunes de Araujo
LINGUISTA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Aqui no Brasil, considerávamos as discussões sobre o Acordo Ortográfico tema superado. No entanto, chegam de Lisboa notícias sobre a reabertura do tema pelo Parlamento, instigado por abaixo-assinado de mais de 100 mil peticionários que pretendem anular a reforma. A petição diz que o acordo é impreciso, ambíguo e anticientífico. Os portugueses têm razão.

Os argumentos dos defensores da anulação do acordo são razoáveis: a reforma não auxiliará no combate ao analfabetismo e nem ajudará o português a se tornar uma língua internacional. Não será a abolição de tremas ou regras de emprego do hífen que tornarão a tarefa de alfabetizar mais simples ou a língua portuguesa mais prestigiada. A língua inglesa convive com as normas britânica e a norte-americana: isso não impediu que se tornasse global e que o analfabetismo, nestes países, fosse praticamente erradicado. Além disso, o acordo carece de embasamento científico e coerência interna.

Há várias línguas (inclusive no Brasil) que fazem uso de ortografias científicas. Seguem o princípio da univocidade entre o som e o símbolo gráfico (a letra). Se uma reforma ortográfica (cientificamente embasada) fosse proposta, as alterações tornariam a língua portuguesa escrita quase irreconhecível. Por outro lado, a ortografia reflete momentos históricos distintos na criação de palavras e na incorporação daquelas de origem estrangeira. Uma reforma não pode ignorar essa história.

Os portugueses, por exemplo, reclamam da eliminação das consoantes "mudas", como em óptimo e acto. Argumentam que eliminá-las, sem eliminar outras consoantes mudas é incoerente. Entramos, aqui, na discussão sobre o elo etimológico: algumas palavras são grafadas do jeito que são para se preservar uma ligação com o passado da palavra. Os portugueses alegam falta de coerência. Estão corretíssimos.

Porém, não têm razão quando afirmam que o acordo é uma concessão ao português do Brasil. Quais são os argumentos para embasar esta afirmação? Não os há. É apenas uma impressão, sobretudo porque a iniciativa partiu de entidades brasileiras e sugere-se que o acordo visa beneficiar editoras brasileiras que buscam acesso ao mercado livreiro luso-africano. Os portugueses podem conseguir mais aliados se deixarem de lado o argumento xenófobo e se concentrarem na ausência de coesão interna. Em oposição ao famigerado acordinho, há duas opções: uma reforma ortográfica ampla ou deixar como está. Portugueses preferem a segunda e brasileiros parecem não se importar com nenhuma.

criado por mim    16:51:19 — Arquivado em: Evolução

19/5/09

Médicos malformados

Assuntos muito sérios a formação acadêmica e a qualidade de ensino no Brasil.
No caso da Medicina, seria injusto não dizer que temos algumas boas Universidades e excelentes médicos.
 Mas com 173 Faculdades licenciadas pelo MEC, sem uma política educacional séria vigente, é quase  impossível que não exista a má formação médica, o que é crime contra a vida.

Daniel
(sergio apollinario)

Médicos malformados (Artigo) 

Data: 18/05/2009
Veículo: ESTADO DE MINAS - MG
Editoria: OPINIÃO
Jornalista(s):
José Luiz Gomes do Amaral - Presidente da Associação Médica Brasileira
Edmund Chada Baracat - Diretor Científico da Associação Médica Brasileira
Assunto principal:  MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Vende-se a ideia de que o diploma universitário seja o passaporte para um futuro melhor; que o acesso à universidade automaticamente implicaria inclusão social. De fato, a ascensão social e econômica se abre aos que logram a qualificação necessária para competir por oportunidades oferecidas pelo país em desenvolvimento. Omite-se que diploma nem sempre implica qualificação e oportunidades podem não ser suficientes, caso o desenvolvimento não atenda as expectativas. Alguns o fazem por atávica distração, face obstáculos difíceis. É mais comum, todavia, que outros o façam intencionalmente, buscando defender interesses inconfessáveis. Nem o desenvolvimento nem o ensino têm correspondido às aspirações. Haja vista a escassez de oportunidades. Acrescente-se que nossos diplomas, considerada a insuficiência do ensino brasileiro, longe estão de expressar qualificação.

A história brasileira, desde a segunda metade do século que vimos encerrar e, sobretudo desde o início do milênio, revela os resultados da ausência de política educacional e da ação predatória de um contingente cada vez maior de empresários inescrupulosos a parasitar o cenário das universidades e da política. Não são raras as comparações entre o Brasil e países desenvolvidos no campo da qualidade do ensino pré-universitário. Não resta a menor dúvida da imensidão do nosso despreparo para enfrentar o mundo globalizado. O processo de degradação fez-se primeiro sentir na educação pré-universitária. O magistério sofreu profunda desvalorização e as escolas públicas perderam todo o prestígio, transferido a algumas poucas instituições privadas, reservadas às elites.

A legislação permissiva e o uso indevido da autonomia universitária têm facilitado a disseminação de todo tipo de faculdade, o que, na medicina, nos fez ultrapassar marcas mundiais, inusitadas mesmo em países com populações muitas vezes maiores que a nossa. Hoje, no Brasil de 190 milhões de habitantes, há registro no Ministério da Educação de 173 faculdades de medicina, número superado apenas pela Índia, com 272 escolas médicas para 1,132 bilhão de habitantes; superior à China, com 150 faculdades e 1,3 bilhão de habitantes.

Faltam às escolas médicas instituições assistenciais próprias, o que inviabiliza a integração do ensino com a prática clínica, reconhecida como essencial à formação. Quando muito, e muitas são as faculdades que nem disso dispõem, há convênios de fachada com hospitais públicos ou privados. Neles, os alunos são deixados a acompanhar profissionais desvinculados do corpo docente da faculdade de origem. Educadores mascates se especializaram em elaborar modelos pedagógicos anunciados como inovadores, vendendo-os por todo o país como se pudessem substituir a atenção direta ao doente, o médico-professor e o hospital. Aliás, em concertada ação, ouve-se acrimoniosa crítica aos modelos rotulados hospitalocêntricos e à medicalização da saúde, como se fosse melhor banir hospitais e médicos das faculdades de medicina!.

Tomam assim espaço as teorias ditas inovadoras: criar escolas onde não há médicos, como se pudessem servir de polos para a fixação desses profissionais. Como se ao abrir uma escola de pesca no deserto, lá viessem a se estabelecer pescadores. Como se fosse dispensável expor futuros médicos à atividade assistencial apropriada. Como se fosse possível antecipar o ensino à boa prática. Derradeiro bastião de resistência, os programas de especialização, particularmente a residência médica, são deixados à inanição, carentes de recursos, drenados para os tais programas inovadores. Residentes são abandonados sem supervisão; à falta de orientação qualificada, entregam-se ao autoaprendizado, em práticas improvisadas, em ambiente impróprio ao ensino ou ao exercício da profissão médica. As pálidas iniciativas de saneamento, mais propostas abstratas que ações concretas, ilustradas nas recentes publicações de avaliações pontuais e incompletas, talvez rompessem a escuridão que nos oprime; não fosse a cínica e indecorosa proposição recente de oito novas faculdades de medicina.

Este é nosso horizonte. Não vivêssemos a democracia, restar-nos-ia a resignação. Não nos resignemos; é possível mudar. Nesse contexto, reconstruir o ensino médico e com ele a dignidade da assistência médica exige de todos participação. Em outras palavras: discussão, decisão e mobilização. Mobilização dos que vivem neste país, onde dinheiro não é tudo, mas quase tudo e a todos compra; onde nem tudo é negócio, mas é visto e tratado como tal. Educar nossos filhos contrariamente a tais cínicas premissas não lhes inviabiliza jamais a sobrevivência. Faz deles instrumentos transformadores desta sociedade ora tristemente permissiva.

Educadores mascates elaboram modelos pedagógicos inovadores, como se pudessem substituir a atenção direta ao doente, o médico-professor e o hospital

Fonte:
http://www.linearclipping.com.br/cnte/detalhe_noticia.asp?cd_sistema=93&codnot=734905

criado por mim    23:37:26 — Arquivado em: Evolução

17/5/09

Sofrer ou não

Na senda da evolução:

Sofrer ou não

Para quem está fazendo alguma coisa, uma parte bem difícil é se expor. Sempre que alguém se expõe, seja com o melhor feito do mundo, haverá críticos injustos e até mesmo especialistas em denegrir imagens a troco de nada, apenas pelo simples prazer de falar mal.
A única forma de se evitar isso é ser como uma sombra, que nada diz, nada fala ou nada faz. Mesmo assim, não há garantias de que não encontre maus comentários.
Quem está engajado com a evolução, parado não pode ficar.
Terá que fazer algo. Logo, deverá ficar muito atento com o trato que dará a esses inconvenientes, procurando evitar sofrimentos desnecessários, que não ajudarão a crescer.
Cuidado, portanto, amigos.
A sabedoria pode amenizar esses dissabores.
Proponho a leitura do texto abaixo.

Abraços fraternos,
Sergio Apollinario


"Creio que o fato de sofrermos ou não depende em grande parte de como reagimos a uma determinada situação.
  Por exemplo, digamos que tenhamos descoberto que alguém está falando mal de nós pelas nossas costas. Se reagirmos a essa informação de que alguém está falando mal de nós, a esse fato negativo, com uma sensação de mágoa ou raiva, somos nós mesmos que estamos destruindo nossa paz de espírito. Nossa dor é nossa própria criação pessoal.

Por outro lado, se nos contivermos para não reagir de modo negativo, se deixarmos que a calúnia se dissipe como um vento silencioso que passa por trás da nossa cabeça, estaremos nos protegendo daquela sensação de mágoa, daquela sensação de agonia. Logo, embora nem sempre sejamos capazes de evitar situações difíceis,podemos modificar a intensidade do nosso sofrimento pela escolha de como reagiremos à situação.”

Também costumamos aumentar nossa dor e sofrimento sendo excessivamente sensíveis, reagindo com exagero a fatos insignificantes e às vezes levando as coisas para um lado muito pessoal…"

Dalai Lama *


"Com essas palavras, o Dalai-Lama reconhece a origem de muitas irritações do dia-a-dia que podem se acumular de modo a representar uma importante fonte de sofrimento. Alguns terapeutas às vezes chamam esse processo de personalização da dor — a tendência a estreitar nosso campo de visão psicológica, interpretando ou confundindo tudo o que ocorre em termos do seu impacto sobre nós."

Howard C. Cutler *
Psiquiatra

*Ambos em "A Arte para a Felicidade"

http://br.groups.yahoo.com/group/grupomahavidya/

criado por mim    22:34:04 — Arquivado em: Evolução

16/5/09

Um Acróstico de Ivete Tayar

Sérgio Apollinário – Feliz Aniversário
 
S ua alma é grande como a
 
E ternidade, tem encanto natural!
 
R espeita, ama, acarinha a todos…
 
G ente como a gente gostaria de ser
 
I nteligente ensina o que sabe e aprendeu…
 
O nde sem medo enfrenta e vence obstáculos
 
 
A meniza a dor dos aflitos, ampara os que sofrem…
 
P ropaga a paz, a arte, a beleza que enriquecem o Homem
 
O seu semblante é suave, puro, ao sorrir expressa a alma
 
L ivre de preconceitos, auxilia a todos sem distinção
 
L eva e divulga o amor com sua humildade habitual
 
I ncapaz de ferir, magoar, odiar, qualquer ser vivente
 
N unca nega sequer uma palavra de amparo e conforto
 
A migo exemplar, leal, solicito, sempre presente a confortar
 
R ico e nobre em espírito é jovial e vive com alegria
 
I mplementa melhores condições a vida e ao seu ideal
 
O nde expressa a nobreza de seu caráter!…

 
Hoje é dia mais lindo e feliz da sua vida.
 
Nessa data você renasceu e novo ano se inicia:
 
Portanto amigo aproveite-o para curtir, amar,
 
Ir a lugares que nunca teve oportunidade de estar!
 
Olhar o verde do mar, os pássaros a cantar, toda
 
A beleza que há na Natureza dada pelo Senhor.
 
Feliz Aniversário e felicidade hoje e sempre.


 
Ivete Tayar – (autora) – SP, 08/05/09 – 12h10min

e grande poetisa Ivete Tayar.
Muito sucesso em sua jornada.
Beijos.
Sergio Apollinario
criado por mim    02:48:12 — Arquivado em: Evolução

O aniversário

 Nesta página ficam registrados o carinho e a eterna gratidão
aos amigos do Grupo Mahavidya que me tanto emocionaram
com a linda e animada festa pela passagem do meu aniversário.
Muito obrigado.
Vocês são especiais:
 
                  Adão Luiz                    
Arnaldo Zenha
Arthur Murgel
Bia
Cida Faria
Clicia Pavan
Eliza Elias
Everaldo Avezum Aiello
Getulio Rogerio Arbo Pavlak
Gilda Beltrame
Glorinha Guedes
Ieda Fernandes
Ilka Vieir
Ir. José Roberto e Ir.Afonso
Ivete Tayar
Lairton Trovão Andrade
Luiz  Fernando e Gisele Guerra
Magda Alvarenga
Magdalena Piga
Malvina
Marcia Furtado
Maria Jacinta Nascimento Silva
Maria Lucia Garcia
Marinês Ricci
Mariza Salazar
Marlene Vieira Aragão
Nancy Hoelzle
Patrizia Gardona
Rivkah Cohen
Roberto Filgueiras
Rosemere Peters
Rosi Mori
Rute Seubert
Sandra Lia
Schyrlei Pinheiro
Socorro Lima Dantas
Sol (Erondina Sampaio)
Sueli - Canal de Energia
Tahyane Rangel
Tânia Sueli Oliveira
Therezinha Paiva
Victoria Aristizabal
 
8 de maio de 2009
Sergio Apolinario
criado por mim    02:12:30 — Arquivado em: Evolução

Parabéns, irmão meu! Rivkah Cohen

Imagem: Representação da Sabedoria - Digital Art Rivak Cohen

Sérgio, irmão meu,
quando estou aqui e penso em ti,
vejo uma pessoa em busca da evolução
do espírito, de um mundo onde exista mais
compreensão, que não haja guerra!
Vejo-te como um ser que armazenou sabedoria,
não só de estudos curriculares, mas da vida!
Hoje, mais distante do Registro Acásico,
caminhas com tua própria luz!

PARABÉNS pelo que já percorreu,
PARABÉNS pelo que tenta fazer,
PARABÉNS por mais um ano!

Desejo que o Ano te seja doce, irmão meu
Ofereço-te este meu poema, esta minha reflexão.
Beijo meu,
Rivkah

SABEDORIA

rivkahcohen

No olhar voltado para o nada,
nesse rosto belamente marcado,
nos cabelos voando grisalhos,
muitas histórias,
diversos atalhos
e nessa trajetória,
muita coisa para contar.

Alegrias,
desencontros,
chegadas, partidas,
muitos e muitos sonhos..
O silêncio se faz necessário,
são muitas vozes
que vêm do passado
para lembrar.. consolar.

Qual será o seu nome?
O que busca com esses olhos tão distantes
que no presente não consegue encontrar?
E lá se vão muitos e muitos anos
de experiência, vivência
e tolos são os jovens
que não param para escutar!

Ninguém melhor que ela,
com a sabedoria debruçada na janela,
para orientar.
Senhora guerreira da vida,
me ensina
como se ignora a parte sofrida
e se continua a caminhar!

rivkah@rivkah.com.br

Um presente de aniversário inesquecível,
minha querida amiga e irmã Rivkah Cohen.
Muito obrigado. Beijos.
Shalom!
Sergio Apollinario
8 de maio de 2009

criado por mim    00:01:09 — Arquivado em: Evolução

15/5/09

A Importância da Gratidão

A Importância da Gratidão

No caminho de evolução, os ensinamentos voltam-se sempre para a expansão da consciência  e para o autoconhecimento. Essas conquistas, entretanto, somente são alcançadas quando junto a elas há o exercício da gratidão. Para sermos gratos é preciso que cultivemos a grandeza de espírito, que reconheçamos a nossa êfemera existência material, que só o espírito é eterno e que nos curvermos perante essa realidade. Logo, todas as coisas que podemos desfrutar  no mundo da matéria, por mais simples que sejam, são momentos abençoados. São experiências que dão sustentação  ao nosso aprendizado.

Sejamos gratos por termos onde morar, termos o que comer e o que vestir.
Gratos pela vida que corre em nossas veias,
pelo ar que entra os nossos pulmões
e por tudo que a pródiga natureza nos oferece.
Gratos por possuirmos os meios necessários  à nossa sobrevivência,
por termos um trabalho  ou quem nos mantenha.
Sejamos gratos por podermos fazer, criar e construir,
segundo nossos desejos e necessidades.
Gratos por assistirmos tantas criações humanas sensacionais.
Gratos por usufruirmos os benefícios
das invenções humanas que chegam à genialidade.
Gratos por podermos aprender e crescer.
Gratos por participarmos das experiências coletivas.
Gratos porque alguém nos ama e porque podemos amar alguém.
Gratos em ajudarmos a quem necessita
(essa gratidão, então, é sublime).

Enfim, são tantas as coisas pelas quais devemos ser gratos…
Esse sentimento gentil da gratidão deve permanecer em nossos corações
como a luz do Sol,  que dá origem ao dia e sustenta o luar.
Tudo isso aumenta a nossa auto-estima.
Leva-nos a amar e valorizar muito essa vida, que é tão bela.
Faz com que adoremos cada vez mais quem a criou:
Deus, a fonte da nossa existência e a quem devemos
amar acima de todas as coisas (1º mandamento).
Gratos, muito gratos somos a Deus,
ao seu Reino, à sua Justiça e à sua Misericórdia!

Eu sou grato por escrever estas palavras.
Sou muito grato a você que as leu.
Sou grato por ter nascido.
Sou grato por ser seu irmão.
Possamos todos ser muito gratos e,
por consequência, felizes!

Abraços fraternos,
Daniel
(sergio apollinário)
O autor.

8 de maio de 2009.
Dia do Anjo Daniel

http://br.groups.yahoo.com/group/grupomahavidya/

criado por mim    22:42:45 — Arquivado em: Evolução

4/5/09

Essência da sabedoria

No caminho da evolução, continuamos convictos
de que a nossa consciência se expande a cada passo.
Passos novos. Sujeitos a tropeços. Mas sempre avante.
Aprendemos a acertar o passo com a própria caminhada
e com os acidentes do terreno que devemos percorrer.
Não existe nada mais valioso nesta vida
que nos encontrarmos lúcidos,
junto à oportunidade de estarmos sempre aprendendo.
É o nosso tesouro, pois somente o aprendizado poderemos
carregar eternidade a fora. O resto ficará para trás.
Por isso, toda experiência é uma bênção.
De cada uma, podemos extrair um valor,
seja incorporando o seu melhor ao nosso ser,
seja superando dificuldades, se esse for o desafio.
Tudo é tão relativo…
Mas é na relatividade das coisas que encontramos
a essência da sabedoria, que vamos desenvolvendo
e transformando-a em luz do caminho,
em amor ao próximo
e em paz  para o mundo .
 
Daniel
(sergio apollinario)
O autor

Mensafem de Bom Dia do Grupo Mahavidya - 03/05/2009 - Domingo

http://br.groups.yahoo.com/group/grupomahavidya/

criado por mim    19:53:03 — Arquivado em: Evolução

29/4/09

Mahavidya - 7 anos

Para estudiosos e investigadores da espiritualidade, a  Lei da Evolução é o grande princípio que rege o Universo. Seria como se Deus a tivesse criado primeiro e tudo o mais girasse em torno. De forma simplificada, existem dois tipos de evolução: da matéria e do espírito. Ambas não são excludentes. Devem, sim, avançar de forma que se tornem complementares.
 
A evolução da matéria é governada por aspectos físicos que vão dar origem à Ciência. A evolução espiritual ocorre através de princípios ainda não descobertos pelos estudos científicos, pois estão fora do seu campo, porém, presentes em todos os reinos da natureza.
 
Quando a vida chega no estágio hominal, o espírito, a centelha divina, desabrocha no homem, proporcionando-lhe a individualidade e a consciência.
 
É aqui que começa a nossa história: consciência, essa capacidade que temos de perceber o mundo exterior e o mundo interior. O homem não poderá evoluir sem desenvolvê-la.  Simplesmente, é impossível.
Evolução espiritual e consciência caminham lado a lado.
 
Levamos em consideração que o espírito divino, como criador da vida, manifesta-se através de nós em todos os níveis de experiência. Nossas atividades, portanto, estão diretamente relacionadas com o grau de evolução espiritual conquistado.
Cada um é responsável pelo cria e ninguém tem o direito de se manter na ignorância. O espírito não deixa. Para ser  ignorante é necessário fazer um grande esforço a fim de sufocá-lo. Esforço inútil, pois dentro da sua eternidade o próprio espírito libertará o homem das trevas.
 
Foi pensando nisso… que em 27 de abril de 2002 fundei o nosso grupo. Tinha certeza que vocês viriam. Vocês, pessoas fantásticas, que expandem suas consciências por meio de variadas formas de expressão e, assim, ajudam a despertar outras consciências.
Podemos chamar isso de verdadeira evolução.
 
Completamos, hoje, sete anos.
Sete é um número que sugere conclusão e expansão. Exemplos clássicos: os dias da criação, as notas musicais, as cores do arco-íris. Significa que algo foi alcançado e que novas criações irão surgir. Por isso mesmo, é considerado um número mágico.
 
Comemoremos, então, duplamente:
a chegada nesta etapa do nosso percurso
e o início de um novo ciclo.
Continuemos ampliando as nossas habilidades
e as nossas consciências, que em sintonia com todas
as mentes sadias buscam a criação de um mundo melhor.
Meus queridos amigos,
todos que aqui estão desde o começo
até os que agora chegaram:
PARABÉNS!!!
 
PARABÉNS GRUPO MAHAVIDYA!!!
 
Muito obrigado pelas suas presenças!
 
Amamos vocês, nossos irmãos!
 
Abraços fraternos,
Sergio Apollinário
E moderadores:
Adriano Silva
Arthur Murgel
Márcia Furtado
Patrizia Gardona
Elza Portugal
Luiz Fernando Guerra
Tânia Sueli (Relações Públicas)
Tahyane Rangel (Web Designer)

Selo comemorativo: digital art Tahyane Rangel

http://br.groups.yahoo.com/group/grupomahavidya/

criado por mim    01:14:15 — Arquivado em: Evolução

Iom Ha Shoah

Que a lembrança do holocausto dos judeus, executado pelos nazistas, sob o comando de Hitler, na 2ª guerra mundial, fique registrado na História da Terra para que nunca mais aconteça a povo nenhum, sob nenhuma hipótese.
Todos os povos têm direito à vida, à liberdade e ao progresso.
Daniel

Discurso do Presidente Shimon Peres na Cerimônia de abertura
do dia de Recordação dos Mártires e Heróis do Holocausto
(Iom Ha Shoah - abril - 2009)

Traduzido por Rivkah Cohen
rivkah@rivkah.com.br

Primeiro Ministro Binyamin Netanyahu,
Porta-Voz do Knesset Reuven Rivlin,
Presidente da Corte Suprema da Justiça, Dorit Beinish,
Rabinos, Rabbi Shlomo Moshe Amar y Rabbi Yona Metzger,
Presidente do Conselho do Yad Vashem, Rabbi Israel Meir Lau,
Presidente da Junta Diretiva de Yad Vashem, Sr. Avner Shalev,
Sobreviventes do Holocausto,
Justos entre as Nações,
Distintos convidados,

Seis (6) milhões de judeus foram assassinados pelos nazistas e seus colaboradores, simplesmente porque eram judeus.

Um milhão e meio de crianças foram aniquiladas, unicamente porque pertenciam ao povo judeu. Seus nomes eram Mosheh, Abraham, Rivkah e Leah, inclusive antes ainda de entenderem o significado de seus nomes. Um em cada três do nosso povo foi massacrado durante aqueles seis anos.

Cada vítima tem um nome.

Cada judeu assassinado tinha um futuro.

O genocídio cometido pelos assassinos nazistas foi um crime histórico de proporções e sem precedentes.

O Estado de Israel é nossa vitória histórica sobre a besta nazista que moveu céus e terra na Europa. A introspecção sobre o Holocausto não terminou e nunca deveria terminar. nem de nossa parte, nem por parte do mundo em geral. pois o nazismo foi derrotado mas o antissemitismo ainda vive e bem! O gás se dissipou mas o veneno permanece. Existem ainda negadores do Holocausto e impetuosas cabeças raspadas no mundo que o negam com o tipo de ódio visceral que conduz ao assassinato racista.

A Conferência que se inaugura hoje em Genebra, constitui uma aceitação do racismo, mais que a luta conta o mesmo e seu principal orador é Ahmadnejad, que proclama a aniquilação de Israel e nega o Holocausto.

Estão também os Justos entre as Nações. Nunca esqueceremos seu heroísmo.

A crítica ao Estado Judeu está mesclada com o desenfreado antissemitismo. Entre aqueles que colaboraram com os nazistas e os que apoiaram e deixaram que o Holocausto ocorresse estão os que criticam que um Estado se levantasse para servir de abrigo aos sobreviventes do Holocausto.

O único Estado que evitará outro Holocausto.

O antissemitismo não é uma enfermidade judia e sua cura incumbe aos que o perpetram.

É difícil compreender porque déspotas, tais como o nazista Hitler, o bolchevista Stalin e o persa Ahmednejad escolhem os judeus como objetivo principal de seu ódio, loucura e violência. Talvez mirem o povo judeu por seu poder espiritual - uma nação pobre em posses materiais, ainda que rica em valores - uma vez que quem é afetado pela megalomania teme o poder do espírito. Os judeus não adoram ídolos ou autoridade e seu D’us deus à humanidade a sua consciência; Fomos os primeiros a crer que cada pessoa é criada à imagem de D’us e recebemos a ordem de santificar a vida, evitar o assassinato e a discriminação.

Aprendemos que nossa herança espiritual depende da segurança física. Um povo que perdeu um terço de seus membros, um terço de suas crianças no Holocausto não esquece e  não pode se tornar desprevenido.

Portanto, a primeira lição que nós aprendemos com o Holocausto foi a necessidade de estabelecer de imediato um Lar Nacional judeu - um Estado judeu sem o qual os sobreviventes teriam ficado sem lar e suas vidas teriam permanecido expostas  e liberadas para a destruição. O Estado de Israel não é somente o escudo protetor dos judeus, é também um ideal de importância  histórica: ser uma nação com uma mensagem moral.

Sua existência e herança estão inextricavelmente unidas. Nunca pedimos a outras nações que nos defendessem e tomamos a decisão de que os conflitos espirituais não nos dividiriam.

Não permitiremos que a memória do Holocausto diminua e devemos assegurar que os portadores dessas memórias não diminuam em número. O Estado judeu deve assegurar a continuidade do povo judeu, porque nosso povo tem somente um país. Nossos patriarcas deram, há 3.000 anos, ao mundo os Dez Mandamentos e ainda hoje não há necessidade de uma versão atualizada.

A grandeza do povo judeu deriva de seu espírito.

As FDI deram segurança ao Estado de Israel cujas almas estão sedentas de paz. De acordo com a visão de Israel a paz não é somente uma questão de sabedoria política mas um imperativo judeu fundamental.

Nunca nos propusemos conquistar. Não corremos na direção da dominação. Rechaçamos  o senhorio, combatemos a discriminação, protestamos contra a escravidão, proibimos a violência. Cremos na permanência do homem e rezamos pelo Tikum Olam (Correção do Mundo) e a Paz mundial.

Fomos golpeados não apenas pelo horror sem precedentes do Holocausto mas também pela fortaleza extraordinária do nosso povo.

Esta é uma lição para o futuro: combinar fé e poder.

Ser um povo justo num mundo injusto.

Quem quiser tentar quebrar o nosso espírito aprenderá que esse alento não pode ser extinto, ainda que nosso barco seja pequeno, há um poderoso vento que sopra através de suas velas.

O Holocausto estará sempre em nossos corações e nos damos conta de que ainda há muito trabalho pela frente: construir um Estado que seja digno do sacrifício de nossos antepassados e uma resposta às aspirações de seus filhos.

Mensagem enviada em 25/04/2009.

criado por mim    01:09:03 — Arquivado em: Evolução

21/4/09

SOCIALISMO BANANEIRO

 

SOCIALISMO BANANEIRO

Maria Lucia Victor Barbosa
20/04/2009

O socialista latino-americano é antes de tudo um chato. Hipócrita por excelência, falso até a medula, intrinsecamente autoritário, cultivador da mentalidade do atraso, ele bate no peito para se dizer defensor dos pobres e oprimidos, mas no fundo sonha com as delícias da burguesia que sabe apreciar como ninguém quando alcança o poder.

A 5ª Cúpula das Américas, realizada em Trinidad e Tobago, nos dias 18 e 19 deste, provou a chatice congênita do esquerdista latino-americano e seu insuperável vezo bananeiro. Apesar da fila do beija-mão que se formou diante de Barack Obama, não esteve de todo ausente o doentio antiamericanismo, resultado da inveja mórbida que os reiterados fracassos da América Latina provocam em seus povos diante dos êxitos e do progresso norte-americano.

A previsão para a Cúpula era a de que Hugo Chávez e seus seguidores do exótico socialismo do século 21 dariam o show costumeiro contra o “Grande Satã Branco”, destilando retórica plena de insultos e ataques aos Estados Unidos. Se tal não aconteceu foi porque o presidente Barack Obama já tinha comido o bolo quando vieram com o fubá. Isto porque, se o grande assunto da Cúpula foi centralizado no embargo cubano, Obama previamente dera um passo importante ao eliminar as restrições às viagens e remessas de fundos dos cubanos-americanos à ilha. Em resposta Raúl Castro declarou que: “estamos dispostos a discutir tudo – direitos humanos, liberdade de imprensa e presos políticos”. Algo a se duvidar partindo de quem partiu, pois o regime comunista cubano acumulou em quase meio século, sob o tacão de Fidel Castro, horrores que vão da perda da liberdade à execução de dissidentes e o total desrespeito aos direitos humanos. Enfim, esses tormentos próprios dos sistemas comunistas que, se perpetrados por companheiros, são louvados e admirados pelos socialistas bananeiros, inclusive, por Lula da Silva e seus petistas que consideram Fidel Castro um modelo de líder democrático.

Engrossando o coro do fim do embargo, a presidente da Argentina, Cristina Kirchiner, choveu no molhado ao exortar o presidente norte-americano a “construir uma nova relação entre as Américas”, tema sobre o qual Obama expôs com êxito, conforme os altos elogios que recebeu em Trinidad e Tobago.

Evo Morales, mais gordo ainda depois de uma hipotética greve de fome, bateu de frente com o companheiro Lula no tocante aos biocombustíveis, cobrou do Obama pronunciamento sobre um fictício atentado que teria sofrido, mas sucumbindo também ao carisma do norte-americano disse que iria pensar se readmitia o embaixador dos Estados Unidos, por ele expulso numa imitação grotesca de seu mentor Hugo Chávez.

Chávez, que em qualquer evento só falta dar cambalhotas para aparecer, apresentou seu filho a Obama e presenteou o presidente com a bíblia ultrapassada do anti-imperialistas, “As veias abertas da América Latina", de Eduardo Galeano. Célebre por seus constantes insultos aos Estados Unidos e tendo recentemente chamado Obama de “pobre ignorante”, Chávez resolveu reclassificá-lo de inteligente e disse querer ser amigo do presidente norte-americano que, naturalmente, deverá se precaver diante desse tipo de amizade.

O comunista e revolucionário Daniel Ortega, hoje de novo no poder na Nicarágua, e que deixara como herança a seu povo uma dívida de milhões de dólares, discursou durante longo e entediante tempo exaltando as virtudes da esquerda, cujos adeptos adoram como ele morar em mansões.

O Brasil não poderia deixar de aparecer, preferencialmente com destaque. Mas o “cara” desta vez não brilhou como queria. No seu estilo de metamorfose ambulante, Lula da Silva, também deslumbrado com a presença do companheiro Obama, primeiramente foi todo elogios. Provavelmente repetindo o chiste de algum assessor, disse que o norte-americano tomara um banho de América Latina, quando tudo indica que foi o contrário, os latino-americanos tomaram um banho de Estados Unidos. Mas para dar aquele inevitável toque de esquerda bananeira, Lula da Silva fez sua crítica. Disse que ajuda de US$ 100 milhões dos Estados Unidos para pequenas empresas da América Latina, é esmola. E olha que de esmola Lula entende com suas bolsas-cata-votos. A crítica, porém, deve ter agradado ao PT que se reunirá em 22 de novembro para discutir várias diretrizes, entre elas, “virar à esquerda, reatar com o socialismo”. 

Sobre o embargo é bom esclarecer que a rigor não existe. Sua origem foi o confisco de propriedades norte-americanas por Fidel Castro. Mas produtos dos Estados Unidos entram na ilha via Canadá, Panamá, Venezuela, sendo que Cuba pode comprar de qualquer país. O problema é que os cubanos, que vivem na mais desgrenhada miséria, não têm acesso aos cativantes objetos de desejo da burguesia.

Apesar do clima amistoso criado por Obama, prevaleceu o socialismo bananeiro e apenas Trinidad e Tobago assinou a declaração final da Cúpula. Como disse o cubano Carlos Alberto Montaner, no “Manual do perfeito idiota latino-americano”: “A relação sentimental mais íntima e duradoura do idiota latino-americano é com a revolução cubana. E um velho amor não se esquece nem se deixa”. Nem a mentalidade do atraso, acrescento.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

mlucia@sercomtel.com.br 

 

criado por mim    03:48:21 — Arquivado em: Evolução
Posts mais antigos »
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://oanjodaniel.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.