O Anjo Daniel

Sergio Apollinário, professor-Rio/RJ, espiritualista, pintor. Nick: Daniel, anjo do dia que nasci, 08 de maio.Direitos Autorais protegidos pela LEI 9610/98.Repasse com a autoria e a origem.Obrigado pela sua visita.

29/4/09

Mahavidya - 7 anos

Para estudiosos e investigadores da espiritualidade, a  Lei da Evolução é o grande princípio que rege o Universo. Seria como se Deus a tivesse criado primeiro e tudo o mais girasse em torno. De forma simplificada, existem dois tipos de evolução: da matéria e do espírito. Ambas não são excludentes. Devem, sim, avançar de forma que se tornem complementares.
 
A evolução da matéria é governada por aspectos físicos que vão dar origem à Ciência. A evolução espiritual ocorre através de princípios ainda não descobertos pelos estudos científicos, pois estão fora do seu campo, porém, presentes em todos os reinos da natureza.
 
Quando a vida chega no estágio hominal, o espírito, a centelha divina, desabrocha no homem, proporcionando-lhe a individualidade e a consciência.
 
É aqui que começa a nossa história: consciência, essa capacidade que temos de perceber o mundo exterior e o mundo interior. O homem não poderá evoluir sem desenvolvê-la.  Simplesmente, é impossível.
Evolução espiritual e consciência caminham lado a lado.
 
Levamos em consideração que o espírito divino, como criador da vida, manifesta-se através de nós em todos os níveis de experiência. Nossas atividades, portanto, estão diretamente relacionadas com o grau de evolução espiritual conquistado.
Cada um é responsável pelo cria e ninguém tem o direito de se manter na ignorância. O espírito não deixa. Para ser  ignorante é necessário fazer um grande esforço a fim de sufocá-lo. Esforço inútil, pois dentro da sua eternidade o próprio espírito libertará o homem das trevas.
 
Foi pensando nisso… que em 27 de abril de 2002 fundei o nosso grupo. Tinha certeza que vocês viriam. Vocês, pessoas fantásticas, que expandem suas consciências por meio de variadas formas de expressão e, assim, ajudam a despertar outras consciências.
Podemos chamar isso de verdadeira evolução.
 
Completamos, hoje, sete anos.
Sete é um número que sugere conclusão e expansão. Exemplos clássicos: os dias da criação, as notas musicais, as cores do arco-íris. Significa que algo foi alcançado e que novas criações irão surgir. Por isso mesmo, é considerado um número mágico.
 
Comemoremos, então, duplamente:
a chegada nesta etapa do nosso percurso
e o início de um novo ciclo.
Continuemos ampliando as nossas habilidades
e as nossas consciências, que em sintonia com todas
as mentes sadias buscam a criação de um mundo melhor.
Meus queridos amigos,
todos que aqui estão desde o começo
até os que agora chegaram:
PARABÉNS!!!
 
PARABÉNS GRUPO MAHAVIDYA!!!
 
Muito obrigado pelas suas presenças!
 
Amamos vocês, nossos irmãos!
 
Abraços fraternos,
Sergio Apollinário
E moderadores:
Adriano Silva
Arthur Murgel
Márcia Furtado
Patrizia Gardona
Elza Portugal
Luiz Fernando Guerra
Tânia Sueli (Relações Públicas)
Tahyane Rangel (Web Designer)

Selo comemorativo: digital art Tahyane Rangel

http://br.groups.yahoo.com/group/grupomahavidya/

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Iom Ha Shoah

Que a lembrança do holocausto dos judeus, executado pelos nazistas, sob o comando de Hitler, na 2ª guerra mundial, fique registrado na História da Terra para que nunca mais aconteça a povo nenhum, sob nenhuma hipótese.
Todos os povos têm direito à vida, à liberdade e ao progresso.
Daniel

Discurso do Presidente Shimon Peres na Cerimônia de abertura
do dia de Recordação dos Mártires e Heróis do Holocausto
(Iom Ha Shoah - abril - 2009)

Traduzido por Rivkah Cohen
rivkah@rivkah.com.br

Primeiro Ministro Binyamin Netanyahu,
Porta-Voz do Knesset Reuven Rivlin,
Presidente da Corte Suprema da Justiça, Dorit Beinish,
Rabinos, Rabbi Shlomo Moshe Amar y Rabbi Yona Metzger,
Presidente do Conselho do Yad Vashem, Rabbi Israel Meir Lau,
Presidente da Junta Diretiva de Yad Vashem, Sr. Avner Shalev,
Sobreviventes do Holocausto,
Justos entre as Nações,
Distintos convidados,

Seis (6) milhões de judeus foram assassinados pelos nazistas e seus colaboradores, simplesmente porque eram judeus.

Um milhão e meio de crianças foram aniquiladas, unicamente porque pertenciam ao povo judeu. Seus nomes eram Mosheh, Abraham, Rivkah e Leah, inclusive antes ainda de entenderem o significado de seus nomes. Um em cada três do nosso povo foi massacrado durante aqueles seis anos.

Cada vítima tem um nome.

Cada judeu assassinado tinha um futuro.

O genocídio cometido pelos assassinos nazistas foi um crime histórico de proporções e sem precedentes.

O Estado de Israel é nossa vitória histórica sobre a besta nazista que moveu céus e terra na Europa. A introspecção sobre o Holocausto não terminou e nunca deveria terminar. nem de nossa parte, nem por parte do mundo em geral. pois o nazismo foi derrotado mas o antissemitismo ainda vive e bem! O gás se dissipou mas o veneno permanece. Existem ainda negadores do Holocausto e impetuosas cabeças raspadas no mundo que o negam com o tipo de ódio visceral que conduz ao assassinato racista.

A Conferência que se inaugura hoje em Genebra, constitui uma aceitação do racismo, mais que a luta conta o mesmo e seu principal orador é Ahmadnejad, que proclama a aniquilação de Israel e nega o Holocausto.

Estão também os Justos entre as Nações. Nunca esqueceremos seu heroísmo.

A crítica ao Estado Judeu está mesclada com o desenfreado antissemitismo. Entre aqueles que colaboraram com os nazistas e os que apoiaram e deixaram que o Holocausto ocorresse estão os que criticam que um Estado se levantasse para servir de abrigo aos sobreviventes do Holocausto.

O único Estado que evitará outro Holocausto.

O antissemitismo não é uma enfermidade judia e sua cura incumbe aos que o perpetram.

É difícil compreender porque déspotas, tais como o nazista Hitler, o bolchevista Stalin e o persa Ahmednejad escolhem os judeus como objetivo principal de seu ódio, loucura e violência. Talvez mirem o povo judeu por seu poder espiritual - uma nação pobre em posses materiais, ainda que rica em valores - uma vez que quem é afetado pela megalomania teme o poder do espírito. Os judeus não adoram ídolos ou autoridade e seu D’us deus à humanidade a sua consciência; Fomos os primeiros a crer que cada pessoa é criada à imagem de D’us e recebemos a ordem de santificar a vida, evitar o assassinato e a discriminação.

Aprendemos que nossa herança espiritual depende da segurança física. Um povo que perdeu um terço de seus membros, um terço de suas crianças no Holocausto não esquece e  não pode se tornar desprevenido.

Portanto, a primeira lição que nós aprendemos com o Holocausto foi a necessidade de estabelecer de imediato um Lar Nacional judeu - um Estado judeu sem o qual os sobreviventes teriam ficado sem lar e suas vidas teriam permanecido expostas  e liberadas para a destruição. O Estado de Israel não é somente o escudo protetor dos judeus, é também um ideal de importância  histórica: ser uma nação com uma mensagem moral.

Sua existência e herança estão inextricavelmente unidas. Nunca pedimos a outras nações que nos defendessem e tomamos a decisão de que os conflitos espirituais não nos dividiriam.

Não permitiremos que a memória do Holocausto diminua e devemos assegurar que os portadores dessas memórias não diminuam em número. O Estado judeu deve assegurar a continuidade do povo judeu, porque nosso povo tem somente um país. Nossos patriarcas deram, há 3.000 anos, ao mundo os Dez Mandamentos e ainda hoje não há necessidade de uma versão atualizada.

A grandeza do povo judeu deriva de seu espírito.

As FDI deram segurança ao Estado de Israel cujas almas estão sedentas de paz. De acordo com a visão de Israel a paz não é somente uma questão de sabedoria política mas um imperativo judeu fundamental.

Nunca nos propusemos conquistar. Não corremos na direção da dominação. Rechaçamos  o senhorio, combatemos a discriminação, protestamos contra a escravidão, proibimos a violência. Cremos na permanência do homem e rezamos pelo Tikum Olam (Correção do Mundo) e a Paz mundial.

Fomos golpeados não apenas pelo horror sem precedentes do Holocausto mas também pela fortaleza extraordinária do nosso povo.

Esta é uma lição para o futuro: combinar fé e poder.

Ser um povo justo num mundo injusto.

Quem quiser tentar quebrar o nosso espírito aprenderá que esse alento não pode ser extinto, ainda que nosso barco seja pequeno, há um poderoso vento que sopra através de suas velas.

O Holocausto estará sempre em nossos corações e nos damos conta de que ainda há muito trabalho pela frente: construir um Estado que seja digno do sacrifício de nossos antepassados e uma resposta às aspirações de seus filhos.

Mensagem enviada em 25/04/2009.

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21/4/09

SOCIALISMO BANANEIRO

 

SOCIALISMO BANANEIRO

Maria Lucia Victor Barbosa
20/04/2009

O socialista latino-americano é antes de tudo um chato. Hipócrita por excelência, falso até a medula, intrinsecamente autoritário, cultivador da mentalidade do atraso, ele bate no peito para se dizer defensor dos pobres e oprimidos, mas no fundo sonha com as delícias da burguesia que sabe apreciar como ninguém quando alcança o poder.

A 5ª Cúpula das Américas, realizada em Trinidad e Tobago, nos dias 18 e 19 deste, provou a chatice congênita do esquerdista latino-americano e seu insuperável vezo bananeiro. Apesar da fila do beija-mão que se formou diante de Barack Obama, não esteve de todo ausente o doentio antiamericanismo, resultado da inveja mórbida que os reiterados fracassos da América Latina provocam em seus povos diante dos êxitos e do progresso norte-americano.

A previsão para a Cúpula era a de que Hugo Chávez e seus seguidores do exótico socialismo do século 21 dariam o show costumeiro contra o “Grande Satã Branco”, destilando retórica plena de insultos e ataques aos Estados Unidos. Se tal não aconteceu foi porque o presidente Barack Obama já tinha comido o bolo quando vieram com o fubá. Isto porque, se o grande assunto da Cúpula foi centralizado no embargo cubano, Obama previamente dera um passo importante ao eliminar as restrições às viagens e remessas de fundos dos cubanos-americanos à ilha. Em resposta Raúl Castro declarou que: “estamos dispostos a discutir tudo – direitos humanos, liberdade de imprensa e presos políticos”. Algo a se duvidar partindo de quem partiu, pois o regime comunista cubano acumulou em quase meio século, sob o tacão de Fidel Castro, horrores que vão da perda da liberdade à execução de dissidentes e o total desrespeito aos direitos humanos. Enfim, esses tormentos próprios dos sistemas comunistas que, se perpetrados por companheiros, são louvados e admirados pelos socialistas bananeiros, inclusive, por Lula da Silva e seus petistas que consideram Fidel Castro um modelo de líder democrático.

Engrossando o coro do fim do embargo, a presidente da Argentina, Cristina Kirchiner, choveu no molhado ao exortar o presidente norte-americano a “construir uma nova relação entre as Américas”, tema sobre o qual Obama expôs com êxito, conforme os altos elogios que recebeu em Trinidad e Tobago.

Evo Morales, mais gordo ainda depois de uma hipotética greve de fome, bateu de frente com o companheiro Lula no tocante aos biocombustíveis, cobrou do Obama pronunciamento sobre um fictício atentado que teria sofrido, mas sucumbindo também ao carisma do norte-americano disse que iria pensar se readmitia o embaixador dos Estados Unidos, por ele expulso numa imitação grotesca de seu mentor Hugo Chávez.

Chávez, que em qualquer evento só falta dar cambalhotas para aparecer, apresentou seu filho a Obama e presenteou o presidente com a bíblia ultrapassada do anti-imperialistas, “As veias abertas da América Latina", de Eduardo Galeano. Célebre por seus constantes insultos aos Estados Unidos e tendo recentemente chamado Obama de “pobre ignorante”, Chávez resolveu reclassificá-lo de inteligente e disse querer ser amigo do presidente norte-americano que, naturalmente, deverá se precaver diante desse tipo de amizade.

O comunista e revolucionário Daniel Ortega, hoje de novo no poder na Nicarágua, e que deixara como herança a seu povo uma dívida de milhões de dólares, discursou durante longo e entediante tempo exaltando as virtudes da esquerda, cujos adeptos adoram como ele morar em mansões.

O Brasil não poderia deixar de aparecer, preferencialmente com destaque. Mas o “cara” desta vez não brilhou como queria. No seu estilo de metamorfose ambulante, Lula da Silva, também deslumbrado com a presença do companheiro Obama, primeiramente foi todo elogios. Provavelmente repetindo o chiste de algum assessor, disse que o norte-americano tomara um banho de América Latina, quando tudo indica que foi o contrário, os latino-americanos tomaram um banho de Estados Unidos. Mas para dar aquele inevitável toque de esquerda bananeira, Lula da Silva fez sua crítica. Disse que ajuda de US$ 100 milhões dos Estados Unidos para pequenas empresas da América Latina, é esmola. E olha que de esmola Lula entende com suas bolsas-cata-votos. A crítica, porém, deve ter agradado ao PT que se reunirá em 22 de novembro para discutir várias diretrizes, entre elas, “virar à esquerda, reatar com o socialismo”. 

Sobre o embargo é bom esclarecer que a rigor não existe. Sua origem foi o confisco de propriedades norte-americanas por Fidel Castro. Mas produtos dos Estados Unidos entram na ilha via Canadá, Panamá, Venezuela, sendo que Cuba pode comprar de qualquer país. O problema é que os cubanos, que vivem na mais desgrenhada miséria, não têm acesso aos cativantes objetos de desejo da burguesia.

Apesar do clima amistoso criado por Obama, prevaleceu o socialismo bananeiro e apenas Trinidad e Tobago assinou a declaração final da Cúpula. Como disse o cubano Carlos Alberto Montaner, no “Manual do perfeito idiota latino-americano”: “A relação sentimental mais íntima e duradoura do idiota latino-americano é com a revolução cubana. E um velho amor não se esquece nem se deixa”. Nem a mentalidade do atraso, acrescento.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

mlucia@sercomtel.com.br 

 

criado por mim    03:48:21 — Arquivado em: Evolução

19/4/09

Vitória

Vitória.
Eis uma experiência desejada por todos,
mas por vezes tão mal compreendida,
quando se cria na mente
o binômio vencedor-perdedor.
Exceto em casos de competição,
para alguém ser vitorioso
não necessita  que outro tenha perdido.
Vitória é êxito.Um triunfo sob qualquer situação.
Em nada ela se afina com o acaso.
É certo que oportunidades favorecem,
contudo, para que ocorra a vitória é preciso
que também haja preparo, ação, esforço e persistência.
 
A vida é feita de perdas e vitórias,
sejam grandes ou pequenas.
Não há quem não tenha perdido nada
e que não tenha obtido vitórias.
A merecida vitória deve sempre ser aplaudida.
Isso cria boas vibrações.
O aplauso deve ser sincero
e não uma abjeta bajulação.
Aplaudir é admirar, a forma
mais eficaz de se eliminar a inveja.
Faz tão bem a quem venceu
quanto a quem soube, pois  representa
o reconhecimento de algo que foi possível.
Se um conseguiu, isso indica
que outros também poderão.
Todos têm chances de serem vitoriosos
dentro das experiências que estão vivendo.
 
Entre muitas vitórias que possam existir,
uma delas se destaca, e sempre será
a maior todas – a vitória sobre si mesmo.
É quando ultrapassamos
as nossas limitações imaginárias,
superamos os  nossos erros
e nos tornamos melhores como seres humanos.
Grande vitória!
 
Daniel
(sergio apollinário)
O autor

http://br.groups.yahoo.com/group/grupomahavidya/

 

criado por mim    03:10:24 — Arquivado em: Evolução

3/4/09

Um Anjo em Julgamento

Um Anjo em Julgamento

Não ouses julgar-me, pois não sabes quem sou.

Na seqüência dos meus instantes, eu mesmo descubro-me novo. Sempre perplexo com as descobertas que faço sobre mim, busco apenas melhor me entender, ciente de que é impossível saber totalmente quem sou. Louvo aos céus que assim seja. Não suportaria saber-me previsível diante de cada experiência.

Como, portanto, ousas  julgar-me? Tu, que também não sabes quem és? Como?

Cuida, sim, da tua sagrada vida, pois o tempo é curto para viver o que necessitas. Faze dela o que melhor entenderes. Da minha vida e dos meus atos compete somente a mim saber o que deles fazer.

Nasci com uma enorme vontade de aprender muitas coisas. Em torno dessa vontade dediquei toda a minha vida. Nunca me interessaram títulos e deles até acho graça. Sei que são apenas formalidades de se dar nome às coisas que fazemos. Não somos títulos inventados por nós mesmos. Deus sabe que não. Importou-me, sim, dar vazão a essa vontade imperiosa de viver intensamente cada oportunidade que a vida me ofereceu em aprender o que desejava. Titulos são rótulos que aprisionam e eu escolhi ser livre. Como um andarilho, vou deliciando-me em novos aprendizados.

Sou filho do amor. Fui gerado numa lua de mel. Nasci exatamente nove meses após o casamento dos meus pais, que muito se amaram e me ensinaram o amor. A eles sou muito grato. Deus os mantenha no céu.

Amo o amor. Amo amar. Importo-me com a evolução  dos meus semelhantes, porém, não sou responsável por ela. Não sou mestre de evolução. Sou apenas um incentivador. Cada um é responsável pela sua evolução e dela tem que dar conta. As razões pelas quais me importo com a evolução dizem respeito a minha forma de servir a Deus. Caminho com os que estão nesta estrada. Os que escolheram o caminho do desamor não posso mantê-los em meu mundo. Terão que reencontrar sozinhos a estrada da evolução.

Não trago, contudo, somente do que é belo. Também mostro o horror que dentro de nós habita, pois só pode haver cura daquilo que é descoberto. Nesse aspecto, não me refiro a ninguém especificamente. Busco comentários no intento de provocar reflexões. O principal alvo dessas reflexões são as minhas próprias limitações. Que outros também as façam. Será muito bom para si mesmo.  Não acredito que possa melhorar ninguém. Não creio que pessoas  tenham esse  poder. Mas acredito que cada um possa se melhorar e se curar, pois em minha crença só existe a autocura.

Importo-me com a humanidade. Todos nós somos habitantes da mesma casa, o nosso planeta. A desarmonia causada pelas idiossincrasias de uns afetam a todos. Logo, temos o direito de lutar por mundo melhor e afastar as pedras do caminho, sejam elas situações, sejam criaturas ainda inconscientes da finalidade da sua existência e na falta de objetivos decidem ser entraves para os outros. Essas devem recomeçar seu percurso, sozinhas.

Em minha proposta de evolução não sou megalômano. Sei que só nada conseguirei. Sou consciente, porém, de que há pessoas com a mesma proposta e até mais preparadas que eu. Meu convite é de união.  Estamos na época do coletivo, em que o grupo tornou-se mais importante que o individualismo. Muitos unidos com consciência, amor e desapego do ego poderão, sim, causar grandes  mudanças. Por isso, sempre estimulo a todos:

- Sigamos em frente !!!

Daniel
(sergio apollinário)

http://br.groups.yahoo.com/group/grupomahavidya/

 

criado por mim    01:45:23 — Arquivado em: Evolução
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Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.