29/5/09
A Culpa
Todos nós que já despertamos para a finalidade primordial da existência, a evolução, sabemos que é possível escolher a forma de como lidar com os nossos sentimentos. Mesmo sendo um sentimento desagradável e inevitável, podemos transformá-lo, através de uma atitude mental, em algo que contribua para o nosso crescimento interior.
O sentimento deve estar a favor da construção de uma relação mais feliz com as experiências da vida e com os outros.
Entre os mais infelizes sentimentos, sabotadores da felicidade, está a culpa. Precisamos compreender desde cedo que o sentimento de culpa está ligado a um desejo de causar sofrimento a nós mesmos, ou acoplado à prepotência de que podíamos ter evitado que aquilo ocorresse. Não podíamos.
A partir de uma melhor administração do sentimento de culpa, começa o nosso aprendizado de sermos mais felizes. Sim, conquistarmos a felicidade e diminuirmos a carga de sofrimentos desnecessários são coisas que necessitamos aprender e desenvolver. Não nascemos prontos para tal.
Daniel
(sergio apollinario)
A CULPA
(A Transformação do Sentimento)
Produtos de um mundo imperfeito, todos nós somos imperfeitos. Cada um de nós fez algo de errado. Há coisas que lamentamos — coisas que fizemos ou que deveríamos ter feito. Reconhecer nossos erros com um verdadeiro sentido de remorso pode servir para nos manter na linha na vida e pode nos estimular a corrigir nossos erros quando possível e dar os passos necessários para agir corretamente no futuro.
Se permitirmos, porém, que nosso remorso degenere, transformando-se em culpa excessiva, se nos agarrarmos à lembrança das nossas transgressões passadas com uma contínua atitude de censura e ódio a nós mesmos, isso não leva a nenhum objetivo, a não ser o de representar uma fonte implacável de autopunição e de sofrimento induzido por nós mesmos.
Dalai Lama
E Howard C. Cutler
Em “A Arte da Felicidade”
Tenho a cópia original do livro em doc.
Peso: 2.174 kb
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